PR interpelado sobre a <em>Sorefame</em>
Os trabalhadores da Sorefame/Bombardier aproveitaram a presença do Presidente da República no concelho da Amadora, anteontem, para reclamarem junto de Jorge Sampaio a adopção de medidas concretas que defendam os postos de trabalho e a manutenção da empresa em laboração.
Confrontado com uma manifestação de trabalhadores no decurso da visita que realizava à Escola Básica Artur Bual, Sampaio recebeu uma delegação e declarou, no final do encontro, que «o Governo tem que fazer qualquer coisa de decisivo para manter o património industrial, que, além disso, é uma actividade industrial de qualidade».
Da parte do Sindicato dos Metalúrgicos, António Tremoço reiterou a importância daquela unidade para a economia nacional e revelou que, no dia seguinte, representantes dos trabalhadores se deslocariam ao Porto para uma reunião com a administração do Metro daquela cidade.
PCP apela à vigilância
A Comissão Concelhia da Amadora do PCP acusou o Governo de Durão Barroso de pactuar activamente com a destruição da empresa e de estar comprometido com os interesses da multinacional canadiana.
Os comunistas do concelho, em comunicado datado de 29 de Abril, denunciaram que, ao mesmo tempo que os trabalhadores vivem horas de angústia e incerteza, «os quatro administradores da Bombardier, que entretanto abandonaram a empresa, foram principescamente recompensados, recebendo no total cerca de 310 mil contos a título de “indemnização”, além de automóveis topo de gama e mais umas alcavalas».
O apelo à vigilância fundamenta-se pelo facto da Comissão Liquidatária da Bombardier pretender retirar do interior da empresa composições ferroviárias ainda por concluir, desculpando-se com a disponibilidade da Metro do Porto para receber encomendas inacabadas, facto que, a confirmar-se, só prova a cumplicidade do Governo com o fecho daquela unidade industrial, uma vez que a Metro do Porto é tutelada pelo Governo português.
Assim, o PCP «apela a todos os seus militantes e ao conjunto da população da Amadora para que se desloquem às instalações da fábrica, apoiando activamente a luta dos trabalhadores».
Confrontado com uma manifestação de trabalhadores no decurso da visita que realizava à Escola Básica Artur Bual, Sampaio recebeu uma delegação e declarou, no final do encontro, que «o Governo tem que fazer qualquer coisa de decisivo para manter o património industrial, que, além disso, é uma actividade industrial de qualidade».
Da parte do Sindicato dos Metalúrgicos, António Tremoço reiterou a importância daquela unidade para a economia nacional e revelou que, no dia seguinte, representantes dos trabalhadores se deslocariam ao Porto para uma reunião com a administração do Metro daquela cidade.
PCP apela à vigilância
A Comissão Concelhia da Amadora do PCP acusou o Governo de Durão Barroso de pactuar activamente com a destruição da empresa e de estar comprometido com os interesses da multinacional canadiana.
Os comunistas do concelho, em comunicado datado de 29 de Abril, denunciaram que, ao mesmo tempo que os trabalhadores vivem horas de angústia e incerteza, «os quatro administradores da Bombardier, que entretanto abandonaram a empresa, foram principescamente recompensados, recebendo no total cerca de 310 mil contos a título de “indemnização”, além de automóveis topo de gama e mais umas alcavalas».
O apelo à vigilância fundamenta-se pelo facto da Comissão Liquidatária da Bombardier pretender retirar do interior da empresa composições ferroviárias ainda por concluir, desculpando-se com a disponibilidade da Metro do Porto para receber encomendas inacabadas, facto que, a confirmar-se, só prova a cumplicidade do Governo com o fecho daquela unidade industrial, uma vez que a Metro do Porto é tutelada pelo Governo português.
Assim, o PCP «apela a todos os seus militantes e ao conjunto da população da Amadora para que se desloquem às instalações da fábrica, apoiando activamente a luta dos trabalhadores».